Fala galera, to meio sumido porque andei viajando de férias por aí, coletando material, etc...
Mas to aqui pra deixar o convite, estaremos fazendo um passeio de bike até a represa de Itupararanga aqui em Ibiúna/SP, no dia 31/01 (ultimo sábado do mês) e na chegada ao local, faremos um churrasco na beira da represa! Teremos carro de apoio, e racharemos as despesas entre os participantes. O passeio está sendo combinado no fórum de discussão sobre Cicloturismo do www.Pedal.com.br, segue o link pra quem quiser obter mais informações e participar do rolê!
(copie e cole no navegador)
http://www.pedal.com.br/forum/forum_posts.asp?TID=3939
Grande abraço!!
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Na era do disco!
Fala galera, fiz um up-grade na bike que eu já estava querendo fazer a um bom tempo, investi em um kit de freios a disco... Mecânicos tá, (hidráulicos ainda não são para o meu bolso) mas já vão me servir muito bem, pelo menos para o tipo de uso que faço da bike.

Digo isso pelo seguinte, tem se visto muitas bikes por aí com o tal do freio a disco, mas o que eu reparo é que na maioria das vezes as pessoas colocam o ítem por estética, modismo, etc, mas não realmente por precisar. Um V-brake bem regulado e com boas pastilhas vão servir muito bem a maioria das pessoas, inclusive adicionando menos peso a bike.
A essa altura, certamente irão me que questionar - "Catzo, então porque você colocou na sua bike?"
Bom, coloquei porque eu não estou incluso nessa maioria meus caros, hehehe... Quando se começa a fazer trilhas pra valer (não aquelas estradinhas de terra no fim de semana hehe), pedalar distâncias mais longas, e a exigir mais do equipamento, você começa também a compreender a diferença entre equipar a bike por estética, e equipar a bike por necessidade, pois o equipamento antigo já não está suportando o esforço, ou simplesmente porque o biker está buscando algo mais eficaz.

Eu coloquei o kit pelos seguintes motivos:
1 - Em velocidades superiores aos 40km/h (que eu tenho ultrapassado com certa frequência), os V-Brakes com as sapatas Shimano já não estavam segurando a bike, dava até pra sentir as pastilhas derretendo!
2 - Em trilhas que faço com certa regularidade, é muito comum encontrar pelo caminho poças, lama, etc. E a partir do momento em que os aros se molham, ou se sujam, a capacidade de frenagam também diminue consideravelmente, o que não é nada agradavém descendo uma trilha fechada em velocidade rasoável, onde basta piscar pra ir pro chão da pior maneira possível!
3 - No caso de entortar um aro, com o Vbrake, fica impossível de prosseguir dependeno do quanto o aro empenou, pois o mesmo ficaria pegando nas sapastas de freio, a solução seria soltar o cabo do V-brake, mas aí tríamos outro problema, ficaríamos sem freios... O que não ocorre com o disco, já que o sistem é fixado ao cubo da roda!

Bom é isso, minhas pastilhas ainda estão assentando, mas no ultimo rolê que eu fiz no ano (31/12), já pude começar a sentir a diferença, futuramente eu postarei um relato com o teste completo dos nosvos freios, grande abraço e feliz ano novo!!
Digo isso pelo seguinte, tem se visto muitas bikes por aí com o tal do freio a disco, mas o que eu reparo é que na maioria das vezes as pessoas colocam o ítem por estética, modismo, etc, mas não realmente por precisar. Um V-brake bem regulado e com boas pastilhas vão servir muito bem a maioria das pessoas, inclusive adicionando menos peso a bike.
A essa altura, certamente irão me que questionar - "Catzo, então porque você colocou na sua bike?"
Bom, coloquei porque eu não estou incluso nessa maioria meus caros, hehehe... Quando se começa a fazer trilhas pra valer (não aquelas estradinhas de terra no fim de semana hehe), pedalar distâncias mais longas, e a exigir mais do equipamento, você começa também a compreender a diferença entre equipar a bike por estética, e equipar a bike por necessidade, pois o equipamento antigo já não está suportando o esforço, ou simplesmente porque o biker está buscando algo mais eficaz.
Eu coloquei o kit pelos seguintes motivos:
1 - Em velocidades superiores aos 40km/h (que eu tenho ultrapassado com certa frequência), os V-Brakes com as sapatas Shimano já não estavam segurando a bike, dava até pra sentir as pastilhas derretendo!
2 - Em trilhas que faço com certa regularidade, é muito comum encontrar pelo caminho poças, lama, etc. E a partir do momento em que os aros se molham, ou se sujam, a capacidade de frenagam também diminue consideravelmente, o que não é nada agradavém descendo uma trilha fechada em velocidade rasoável, onde basta piscar pra ir pro chão da pior maneira possível!
3 - No caso de entortar um aro, com o Vbrake, fica impossível de prosseguir dependeno do quanto o aro empenou, pois o mesmo ficaria pegando nas sapastas de freio, a solução seria soltar o cabo do V-brake, mas aí tríamos outro problema, ficaríamos sem freios... O que não ocorre com o disco, já que o sistem é fixado ao cubo da roda!
Bom é isso, minhas pastilhas ainda estão assentando, mas no ultimo rolê que eu fiz no ano (31/12), já pude começar a sentir a diferença, futuramente eu postarei um relato com o teste completo dos nosvos freios, grande abraço e feliz ano novo!!
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Porsche + Bikes!
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Reformando a velha guerreira!
Fala galera, semana passada ganhei uma encrenca daquelas hehe, trata-se de um bicicleta Monark Barra circular da decada de 70.
Ela estava jogada no canto da oficina de uma amigo meu a uns anos, aí ele me ofereceu a encrenca, a qual eu aceitei prontamente hehe:



Olha o tamanho do problema hehehe...
Já comecei o desmonte, e após retirar a maioria das peças, percebi que muito pouca coisa pode ser restaurada, sendo assim vou partir pra uma customização mesmo. A ideia é fazer uma bike com aparência meio "Rot Rod" hehe, a inspiração é essa:

O quadro vai pro jateamento até o fim de semana, na semana que vem começo a encomendar algumas peças, acho que vou ter que importar algumas até (como o câmbio de 3 marchas integrado no cubo) , mas no final acredito que vai valer a pena.
Vou postando os progressos!
Há, aqui a história da barra cicrcular no Brasil:
"1960 - O fenômeno da Monark Barra Circular
O começo dos anos 60 se faz com mais de 30 marcas de bicicletas sendo produzidas no Brasil. A grande maioria fabricava modelos em vários tamanhos, geralmente 28, 26, 24, 22 e 20, em polegadas e referente ao tamanho da roda. Com o mercado de bicicletas em crise a necessidade de padronização para diminuir custos é a saída para evitar fechar as portas. A grande maioria das bicicletas adultas, já no final da década de 60, passa a ser produzida com rodas 26 ½.
É difícil encontrar referências para entender o que levou a criação do desenho do quadro da Monark Barra Circular. Antes dela havia no mercado uma série de quadros com reforços no triângulo principal do quadro, geralmente barras que ligavam o tubo de selim com a frente da bicicleta. Podia ser um segundo tubo superior, com os dois em paralelo, ou um "J" que nascia no tubo inferior pouco atrás da caixa de direção e terminava no tubo de selim. Havia até a referência das Schwinn com seus dois tubos de reforço em semi-círculo saindo da parte baixa da caixa de direção, passando pelo meio do tubo superior e terminando nas forquilhas traseiras. Mas tudo indica que nunca se havia feito um quadro com um reforço circular dentro do triângulo central.
O mais interessante é que a primeira Barra Circular a ser colocada no mercado tinha rodas 28, bem maiores que as 26 ½ que se tornariam padrão. O fato talvez explique o porque do tubo superior sair da caixa de direção para baixo para só depois ficar paralelo ao chão. É uma forma de diminuir a altura do quadro e acomodar uma população com altura média baixa, como a do norte e nordeste onde o modelo virou um fenômeno de vendas.
O desenho da traseira, com as duas forquilhas em peça única que começam quase no meio do tubo superior, abrem-se no tubo de selim para formar um pequeno triângulo, continuam na traseira em paralelo ao chão para criar um suporte para o bagageiro, descem para fazer uma suave curva nas gancheiras e terminam na caixa de movimento central. O bagageiro acaba tendo uma área de apoio superior maior que os convencionais.
Se o projeto não tem referências, não resta dúvidas que ele tem um fluidez que chega a ser agradável e um estilo algo futurista para a época. É completamente diferente do que se fabricava até então, quando o desenho do quadro normalmente tinha linhas retas, formas práticas, reconhecidamente resistentes, e que eram produzidas com o mínimo de desperdício de material.
A Monark Barra Circular foge da tradição e entra no mercado para fazer história. Mesmo uma marca com a força que a Monark tinha então só tem sucesso se seu produto cai no gosto público e a Barra Circular foi um sucesso total.
O interessante é que a qualidade das bicicletas produzidas no Brasil até então era boa. Havia uma cultura sobre as bicicletas bem estabelecida, pelo menos aqui no sul e sudeste do país. Quase não faz sentido sair das leves e eficientes bicicletas com quadro tradicional para cair num quadro cheio de tubos, detalhes e mais pesado. A alegação normal de seus usuários é que a Barra Circular é mais robusta, resistente que as outras.
A Caloi tenta conseguir morder um espaço deste novo mercado e a princípio lança a Barra Dupla, um modelo claramente inspirado na Schwinn. Alguns anos depois lança a linha Barra Forte que foi mudando o desenho do quadro, mas nunca chegou perto do impressionante número de venda da Barra Circular. No início dos anos 80 a Caloi lança uma linha nova, com um desenho de quadro em que as forquilhas tem uma continuidade que ultrapassa o tubo de selim e continua até quase a caixa de direção, formando assim um selim, ou banco, sobre o tubo superior. O desenho da bicicleta é muito suave e fluido, mas o desenho não faz sucesso esperado e seu custo de produção é alto, e já no ano seguinte ela começa a ser modificada. Irá surgir a última geração de Barra Forte com "banco" sobre o tubo superior. Logo será apresentada ao mercado a Caloi Barra C, quase uma cópia da Barra Circular.
O poder de mercado da Monark Barra Circular só irá diminuir no meio dos anos 90 quando o conceito mountain bike começa afetar até o mercado de bicicletas para trabalhadores."
Fonte
http://www.escoladebicicleta.com.br/histor...etaBrasilA.html
Em breve mais detalhes da reforma!!
Ela estava jogada no canto da oficina de uma amigo meu a uns anos, aí ele me ofereceu a encrenca, a qual eu aceitei prontamente hehe:
Olha o tamanho do problema hehehe...
Já comecei o desmonte, e após retirar a maioria das peças, percebi que muito pouca coisa pode ser restaurada, sendo assim vou partir pra uma customização mesmo. A ideia é fazer uma bike com aparência meio "Rot Rod" hehe, a inspiração é essa:
O quadro vai pro jateamento até o fim de semana, na semana que vem começo a encomendar algumas peças, acho que vou ter que importar algumas até (como o câmbio de 3 marchas integrado no cubo) , mas no final acredito que vai valer a pena.
Vou postando os progressos!
Há, aqui a história da barra cicrcular no Brasil:
"1960 - O fenômeno da Monark Barra Circular
O começo dos anos 60 se faz com mais de 30 marcas de bicicletas sendo produzidas no Brasil. A grande maioria fabricava modelos em vários tamanhos, geralmente 28, 26, 24, 22 e 20, em polegadas e referente ao tamanho da roda. Com o mercado de bicicletas em crise a necessidade de padronização para diminuir custos é a saída para evitar fechar as portas. A grande maioria das bicicletas adultas, já no final da década de 60, passa a ser produzida com rodas 26 ½.
É difícil encontrar referências para entender o que levou a criação do desenho do quadro da Monark Barra Circular. Antes dela havia no mercado uma série de quadros com reforços no triângulo principal do quadro, geralmente barras que ligavam o tubo de selim com a frente da bicicleta. Podia ser um segundo tubo superior, com os dois em paralelo, ou um "J" que nascia no tubo inferior pouco atrás da caixa de direção e terminava no tubo de selim. Havia até a referência das Schwinn com seus dois tubos de reforço em semi-círculo saindo da parte baixa da caixa de direção, passando pelo meio do tubo superior e terminando nas forquilhas traseiras. Mas tudo indica que nunca se havia feito um quadro com um reforço circular dentro do triângulo central.
O mais interessante é que a primeira Barra Circular a ser colocada no mercado tinha rodas 28, bem maiores que as 26 ½ que se tornariam padrão. O fato talvez explique o porque do tubo superior sair da caixa de direção para baixo para só depois ficar paralelo ao chão. É uma forma de diminuir a altura do quadro e acomodar uma população com altura média baixa, como a do norte e nordeste onde o modelo virou um fenômeno de vendas.
O desenho da traseira, com as duas forquilhas em peça única que começam quase no meio do tubo superior, abrem-se no tubo de selim para formar um pequeno triângulo, continuam na traseira em paralelo ao chão para criar um suporte para o bagageiro, descem para fazer uma suave curva nas gancheiras e terminam na caixa de movimento central. O bagageiro acaba tendo uma área de apoio superior maior que os convencionais.
Se o projeto não tem referências, não resta dúvidas que ele tem um fluidez que chega a ser agradável e um estilo algo futurista para a época. É completamente diferente do que se fabricava até então, quando o desenho do quadro normalmente tinha linhas retas, formas práticas, reconhecidamente resistentes, e que eram produzidas com o mínimo de desperdício de material.
A Monark Barra Circular foge da tradição e entra no mercado para fazer história. Mesmo uma marca com a força que a Monark tinha então só tem sucesso se seu produto cai no gosto público e a Barra Circular foi um sucesso total.
O interessante é que a qualidade das bicicletas produzidas no Brasil até então era boa. Havia uma cultura sobre as bicicletas bem estabelecida, pelo menos aqui no sul e sudeste do país. Quase não faz sentido sair das leves e eficientes bicicletas com quadro tradicional para cair num quadro cheio de tubos, detalhes e mais pesado. A alegação normal de seus usuários é que a Barra Circular é mais robusta, resistente que as outras.
A Caloi tenta conseguir morder um espaço deste novo mercado e a princípio lança a Barra Dupla, um modelo claramente inspirado na Schwinn. Alguns anos depois lança a linha Barra Forte que foi mudando o desenho do quadro, mas nunca chegou perto do impressionante número de venda da Barra Circular. No início dos anos 80 a Caloi lança uma linha nova, com um desenho de quadro em que as forquilhas tem uma continuidade que ultrapassa o tubo de selim e continua até quase a caixa de direção, formando assim um selim, ou banco, sobre o tubo superior. O desenho da bicicleta é muito suave e fluido, mas o desenho não faz sucesso esperado e seu custo de produção é alto, e já no ano seguinte ela começa a ser modificada. Irá surgir a última geração de Barra Forte com "banco" sobre o tubo superior. Logo será apresentada ao mercado a Caloi Barra C, quase uma cópia da Barra Circular.
O poder de mercado da Monark Barra Circular só irá diminuir no meio dos anos 90 quando o conceito mountain bike começa afetar até o mercado de bicicletas para trabalhadores."
Fonte
http://www.escoladebicicleta.com.br/histor...etaBrasilA.html
Em breve mais detalhes da reforma!!
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Assinar:
Postagens (Atom)